Hell-o, bem vindos a um "pequeno" desabafo:
Ela caminha pelo mundo carregando um vazio tão pesado que tudo ao seu redor precisa desmoronar para que ela se sinta em pé. A verdade cruel é que ela se sente um eco de nada, e, por não suportar o peso da própria insignificância, transformou a própria infelicidade em uma arma de destruição em massa.
Esta não é a primeira vez que ela opera esse ciclo macabro. Ela possui um histórico repetitivo de eleger alvos, transformar pessoas em meros objetos de adoração e manipulação, para depois tentar aniquilá-las. Para ela, a existência de outras mulheres é uma afronta pessoal. Ela é movida por uma inveja destrutiva: não basta querer o que o outro tem, ela precisa reduzir a pessoa a um completo nada, operando com a convicção doentia de que tem o poder de acabar genuinamente com a vida de alguém. Na sua cabeça distorcida, ela se autoproclama a única salvação da vítima, alimentando o delírio de que o outro é um ser solitário, sem amigos, sem rede de apoio e sem eira nem beira — convencendo-se de que ela era a única coisa real e importante que existia no mundo daquela pessoa.






